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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Reportagem: Apicultura Cubana


Apicultura cubana es un ejemplo para el mundo, según empreario

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 22 julio, 2016 |



majagua.cu/apicultura-cubana-ejemplo-mundo-segun-emp0

apicultura cubaLa Habana- Un empresario colombiano, participante en el XII Congreso Latinoamericano de Apicultura, aseguró hoy que Cuba constituye un ejemplo mundial en la producción ecológica de miel de abeja y la diversificación en esta esfera.
Hemos visto los elevados conocimientos de los apicultores y especialistas de esta isla, con vastas experiencias en el trabajo asociativo, aseguró Juan José Ricardo Perdomo.
En conversación con Prensa Latina, precisó, además, que su compañía está especializado en la obtención de polen, exportado a Costa Rica, donde tiene mucha aceptación.
Estos apiarios están situados en bosques a dos mil 700 metros sobre el nivel del mar, donde predominan el origen floral, de gran colorido y del cual las abejas producen un polen anaranjado, rico en proteínas vegetal, que es singular pues la elevada altura influye positivamente, aseveró.
Aseguró que apicultores de los 25 países participantes en el foro, visitaron el stand de Colombia, montado en el Palacio de Convenciones -sede del evento- interesados por las propiedades de ese tipo de polen.
Se trata de un grano muy fino multicolor recolectado de las flores por las abejas obreras, a fin de alimentar sus crías, sirve para fortalecer el sistema inmunológico en el cuerpo humano y es muy utilizado contra la artrosis.
Es un pequeño tesoro alimenticio -exclamó el apicultor- del que cada vez se descubren más sustancias nutritivas como enzimas, vitaminas y minerales.
El empresario sostuvo además que ese producto natural es un reconstituyente, por la presencia de enzimas, las cuales forman las proteínas reguladoras de los procesos vitales del organismo.
Asimismo, reconstituye los tejidos por las vitaminas y una completa lista de minerales y oligoelementos que lo componen y no se encuentran en ningún otro alimento, mientras también equilibra el PH de la sangre y aumenta la hemoglobina.
Perdomo agregó que este tipo de polen es de muy fácil asimilación y debido a su contenido de glucósidos es indicado para recuperar fuerzas en situaciones de personas convalecientes de fatiga o en estados crónicos.
http://lademajagua.cu/apicultura-cubana-ejemplo-mundo-segun-empreario/

terça-feira, 29 de novembro de 2016

A APIME participará das Discussões sobre o Combate ao Uso dos Agrotóxicos

Dia Mundial de Combate ao Uso dos Agrotóxicos

 

EVENTO:

DISCUSSÃO SOBRE O COMBATE AO USO DOS AGROTÓXICOS


DIA:  01 DE DEZEMBRO DE 2016 (QUINTA-FEIRA)

LOCAL: UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO – AUDITÓRIO DA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO – Bairro de Dois Irmãos – Recife – PE

HORÁRIO – DAS 9 h às 12 h

ENTRADA FRANCA – ABERTA AO PÚBLICO


A APIME participará da Mesa de Discussão com a presença de Adgerlan Codácio e Benoni Codácio



Introdução sobre o tema:

Dia 03/12 é celebrado em diversos países o Dia Mundial de Combate ao Uso de Agrotóxico. A data lembra a tragédia ocorrida em 1984 em Bhopal, na Índia, quando o vazamento de uma fábrica de agrotóxicos da Carbide Union, atual Dow Chemical, provocou cerca de 10 mil mortes.


Em Pernambuco existe o Fórum Estadual de Combate aos Efeitos dos Agrotóxicos e Transgênicos de Pernambuco - FECIAT/PE, coordenado pelo Ministério Público de Pernambuco, através da Coordenadoria de Apoio Operacional às Promotorias de Meio Ambiente – CAOP de Meio Ambiente. Este Fórum foi o primeiro a ser criado no País, e está em funcionamento desde 2001. Trata-se de um instrumento de controle social, contando com a participação de órgãos governamentais e segmentos sociais e acadêmicos. Dentre seus objetivos, está propor, apoiar e acompanhar ações educativas, cobrar o cumprimento da legislação e denunciar fatos e receber denúncias. Infelizmente, o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. É público que o emprego de agrotóxicos tem implicado em terríveis problemas relacionados à contaminação ambiental e à saúde pública. 

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Festival UPLANET - Recife - PE

APIME recebeu o convite da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade - SEMAS/CONSEMA  para participar do Festival Uplanet no Recife - PE.




quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Nota de Alerta


Comercialização predatória e ilegal de enxames de abelhas nativas
em Exposições e Feiras de Animais precisa ser banida

É notório e facilmente percebido pelos criadores de abelhas o crescimento do interesse na meliponicultura nestas duas últimas décadas, seja tanto no campo da criação, como no da pesquisa. Tal incremento está sendo observado nos Congressos, com simpósios, palestras e publicações científicas ligadas ao tema, na Academia, com o número de projetos financiados de pesquisas voltadas para as abelhas nativas e também na dinâmica das redes sociais, onde meliponicultores se organizam para discussões, troca de experiências e muitas vezes para comercialização de enxames de abelhas nativas.

Porém, o que poderia aparentemente ser salutar, a grande procura pela meliponicultura, por outro lado nos deparamos com uma outra realidade que afronta a legalidade ambiental, a moralidade e a ética, que é a comercialização ilegal e predatória de enxames de abelhas nativas.

Poderia relacionar uma série desses casos, mas vou me ater a  apenas um, registrado no mês de novembro de 2016, na capital do Estado de Pernambuco, Recife. Foi quando da realização da tradicional 75ª Exposição Nordestina dos Animais e Produtos Derivados, no Parque do Cordeiro. Nessa Exposição de Animais, o tema apicultura é abordado através de exposição, comercialização de materiais e equipamentos e também a  comercialização de produtos por diversas instituições. A apicultura é abordada por instituições de ensino, pesquisa, de extensão rural através de projetos do governo e de comerciantes que vem como representantes de associações do estado.

Porém, no meio de toda essa movimentação, surge um personagem, um vilão ambiental. Com cara de um ingênuo homem humilde do campo, este carrega feixes de colmeias feitas de madeira muito leve, da palmeira buriti. As colmeias tem dimensões de aproximadamente 10 x 10 x 40 cm, cujas entradas são fechadas com “rolhas” de papel torcido. Esses feixes de colmeias são carregados debaixo do braço e oferecidas a venda as pessoas que estão nos espaços onde existem pontos, estandes, que expõe algo referente a abelhas. O procedimento desse comerciante de abelhas acontece durante toda o período da exposição. O preocupante com o consentimento, algumas vezes, de  pessoas que sabem do que se trata, ou seja, de uma ilegalidade, mas que fazem “vista grossa” diante dos fatos.

Esclarecendo que no interior dessas colmeias de madeira da palmeira buriti apenas existem abelhas campeiras e geralmente abelhas novas e alguns pedaços de cera de abelha e com um ou dois potes, a maioria sem discos de crias, ou no máximo, alguns pedaços desses discos. Nada de um enxame estruturado ou com chance de se estruturar, mas sim um apanhado de um pouca mais de 20 abelhas campeiras.  

Presenciei este  inescrupuloso comerciante de abelhas injetando com uma seringa “garapa” dentro da colmeia, através do orifício da entrada da colmeias, onde  retirava momentaneamente a rolha de papel e  cuja solução era lançada ao léu dentro da colmeia.

 O que de fato acontece é que, por trás de uma imagem de um homem ingênuo, existe um esquema de venda ilegal e criminosa de abelhas nativas. Essa prática é rotineira a cada Exposição de Animais e não só na do Recife, mas em outros lugares, inclusive tem registro desse mesmo fato em Caruaru – PE.

Com informações que pude obter, as abelhas são da espécie uruçu amarela, cuja origem, é o Estado do Ceará.  São obtidos enxames retirados da vegetação nativa e os mesmos são esquartejados em pequenos pedaços e as abelhas são distribuídas em pequenas quantidades nas colmeias.  Certamente não tem discos de cria para que não haja a proliferação de forídeos.

A orientação dada pelo comerciante de como lidar com as abelhas é que ao chegar ao local da criação se retire a rolha de papel, porém não abra a colmeia por uma semana para que elas se adaptem ao novo local e que dê tudo certo. Ora, uma semana é o tempo para que o vendedor esteja bem longe quando se vier detectar que se caiu em uma fraude e que tudo  deu errado.

A valor de cada falso enxame é de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais). Ele lá na exposição foi visualizado com aproximadamente 20 dessas falsas colmeias, o que facilmente se conclui a obtenção de três mil reais em potencial. Mas, fui informado  que aquela quantidade é apenas uma parte do que é trazido, pois outras colmeias ficam em outro lugar.

Avaliando mais detalhamento sobre esse fato, podemos relacionar que por trás desse ato de um aparente simples e ingênuo comercio está depositado as seguintes irregularidades e crimes: crime ambiental por remoção de ninho da animais da natureza pertencente a fauna silvestre, agravante por ser destruição do ninho de espécie da fauna silvestre;  destruição de locais de nidificação quando se corta os exemplares de árvores; o  transporte irregular de fauna silvestre sem autorização de órgãos ambientais; o transporte de espécies de abelhas de uma região para outras que não sejam a de dispersão natural da mesma, ou seja, de outros habitats;  venda irregular de abelhas nativas; comercialização de enxames dentro de espaço público governamental  sem autorização; e  por fim, o estelionato, quando se caracteriza por induz alguém a uma falsa concepção de algo com o intuito de obter vantagem ilícita para si ou para outros.

O pior não é tudo o que foi relatado, como isso por si só não já fosse o pior, mas constatar que esse tipo de prática tem sido permitida em diversos lugares, por omissão e ou mesmo por promoção, por alguns que se dizem meliponicutores.

Com esse relato, a APIME vem denunciar esse tipo de prática ilegal e predatória de comercialização de colmeias de abelhas nativas e solicitar o empenho dos meliponicultores no combate a esse e a qualquer tipo de irregularidade ou ato que atente contra as abelhas nativas. Convidar também os meliponicultores a refletirem e fazerem auto avaliação sobre suas posturas e práticas, no sentido de estarmos sempre no estado de prontidão para desenvolvermos a atividade de forma salutar e legal.

A APIME encaminhará à Secretaria de Agricultura  e à Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado de Pernambuco solicitação para que  nas próximas Exposições de Animais hajam fiscalizações com objetivo de banir esse tipo de  prática irregular contra a nossa fauna silvestre, em particular referente às abelhas nativas.
Recife, 16 de novembro de 2016

Falsas Colmeias feitas de madeira da palmeira buriti com "rolhas" de folha de papel,
 contendo algumas operárias da uruçu amarela.
Foto obtida na 75ª Exposição Nordestina dos Animais e Produtos Derivados, no Parque do Cordeiro  -
Recife - PE - 2016
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terça-feira, 15 de novembro de 2016

Feira de Ciências do Colégio Santa Maria apresenta trabalho sobre "Abelhas"

Neste dia 12 de novembro de 2016 o Colégio Santa Maria, em Boa Viagem - Recife - PE promoveu a sua tradicional Feira de Ciências. Entre centenas de trabalhos foi apresentado o sobre "As Abelhas" de uma equipe de alunas do 7º Ano.



O dia da apresentação da Feira de Ciências foi o ápice de um trabalho desenvolvido por quatro meninas muito dedicadas e inteligentes que inicou-se no mês de junho quando a mãe de uma delas procurou a APIME para consultar sobre a possibilidade nossa associação oferecesse orientações e apoio.

Daí, foi realizada uma visita ao Jardim Botânico onde conheceram as abelhas nativas no Meliponário da APIME. Nesse momento todas elas já tinham realizado pesquisas bibliográficas e tinham bastante conhecimento sobre as abelhas Apis.





Em outubro, foi realizada a apresentação de monografia padrão ABNT e exposição  para uma equipe de  Professores avaliadores que aprovoram o trabalho para ser apresentado na Feira de Ciências.

A Exposição foi um sucesso!





A APIME parabeniza e agradece às alunas Shofia, Débora, Isabela e Nadja pela dedicação, pelo zelo  e por terem transmitido conhecimentoS sobre as abelhas para tantas pessoas.



Temos a certeza que também levarão em suas vidas essa grande experiência.

Umburana - "Pau de Abelha" - Proteger a umburana é conservar as abelhas nativas

Umburana - "Pau de Abelha" - Proteger a umburana é conservar as abelhas nativas
Uma jovem planta de umburana de cambão